Caderno de disco

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Anastácia - Anastácia, mulher escravizada cuja existência é constantemente negada. Vestígios na terra não deixou, mas a sua história com certeza foi marcada por muita luta e resistência. Manteve-se firme e com bravura rejeitou a opressão de homens brancos. Por isso foi punida e obrigada a usar uma máscara de ferro até o fim de sua vida. É cultuada por muitos como santa milagreira.

Antonieta de Barros - Foi a primeira mulher negra eleita dentro da política no brasil, deputada estadual de Santa Catarina, em 1934, dois anos após o voto feminino ser permitido no país.

Atuou como professora, jornalista e escritora, destacando-se pela coragem de expressar suas ideias dentro de um contexto histórico que não permitia às mulheres a livre expressão. Fez muito pela educação daquela época e se destacou tanto que até hoje, em Santa Catarina é entregue a medalha Antonieta de Barros para mulheres notáveis anualmente.

Angela Davis - Professora e escritora socialista. Ativista pelos direitos humanos e da mulher negra, foi personagem de um dos mais polêmicos e famosos julgamentos criminais dos Estados Unidos. Fez parte do Partido Comunista dos Panteras Negras e até hoje roda o mundo lutando pelos nossos direitos. Em seus discursos trouxe o feminismo negro à tona.

Aqualtune - Rainha quilombola e guerreira, é um dos principais nomes da resistência preta. Quando ainda era princesa do Congo, foi trazida para o Brasil com o seu pai, o rei, como escravos. Chegando no Brasil, depois de passar por algumas casas, encontrou Palmares, onde foi reconhecida como princesa e passou a liderar o quilombo. Aqualtune é mãe de Ganga Zumba, um dos maiores líderes da luta pela liberdade negra e avó de Zumbi, que é o maior líder da luta contra a escravidão.

Bell Hooks - bell hooks (com letras minúsculas) é uma escritora afro-americana. A autora usa a letra assim porque diz que a ideia é dar enfoque ao conteúdo da sua escrita e não à sua pessoa. Sua escrita trata sobre o feminismo negro, arte, história e opressão. É uma das principais autoras que separa o feminismo entre raças e é uma referência para conhecer e estudar sobre.

Carolina Maria de Jesus - Ao mesmo tempo em que trabalhava como catadora de papel, registrava seu testemunho do cotidiano da comunidade em cadernos que encontrava no lixo. Um destes cadernos (parte destes relatos), deu origem ao seu livro mais famoso, Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada, publicado em 1960 e traduzido para mais de dez idiomas.

Ainda hoje, a vida dela inspira escritores, jornalistas e até ilustradores, à altura de grandes prêmios.

Conceição Evaristo – Escritora mineira. A segunda na família a obter um diploma universitário, sua escrita mostra com muita poesia e força a vivência como mulher negra. Conceição diz em uma de suas obras que sua escrita é influenciada por sua condição de mulher negra.

Foi vencedora do Prêmio Jabuti, o maior prêmio da literatura brasileira em 2015 e foi homenageada como Personalidade Literária do Ano pelo mesmo prêmio em 2019. Também conquistou os prêmios Faz a Diferença - Categoria Prosa, em 2017 e o Prêmio Cláudia - Categoria Cultura, 2017

Chimamanda - Escritora nigeriana reconhecida como uma das mais importantes jovens autoras anglófonas de sucesso. Seus livros são sobre dominação católica durante o neoimperialismo, lutas entre povos nigerianos, corrupção e sexismo.

Dandara - Liderou junto a Zumbi o grande Quilombo dos Palmares. Quase não existem dados sobre sua vida, mas é descrita como uma mulher forte, que dominava técnicas da capoeira e lutou ao lado de homens e mulheres nas muitas batalhas que travou durante a sua vida. Em uma delas, ao ser presa, se recusou a ser escravizada novamente e suicidou-se, ao se jogar de uma pedreira.

Escrevivências Negras - Na busca por conhecimento é difícil nos deparar com autores que falam no mesmo tom de voz que a gente, que sofre das mesmas ou até piores dores. Conceição Evaristo, Angela Davis, Maya Angelou, Chimamanda, Bell Hooks, Roxane Gay, Sueli Carneiro e Carolina documentaram as suas vivências e projetaram a voz de toda a comunidade negra para o mundo.

Lupita Nyong'o - Atriz e ativista, enfrentou diversas dificuldades até chegar aos cinemas, mas nunca desistiu de seu sonho e de seu propósito. A atriz ganhou um Óscar, mas nunca esqueceu dos passos que deu até chegar ali, nunca se esqueceu de quem era e de onde veio. Trouxe representatividade e fortalece nossa luta de forma muito significativa.

Luisa Mahin - Luísa Mahin, foi uma angolana erradicada no Brasil, esteve envolvida na articulação de todas as revoltas e levantes de escravos que sacudiram a então Província da Bahia nas primeiras décadas do século XIX. Livre, tornou-se quituteira em Salvador. Levava mensagens em árabe nos seus biscoitos de um levante pra outro para que se comunicassem. Desse modo, esteve envolvida na Revolta dos Malês (1835) e na Sabinada (1837-1838).

Lyudmila Pavlichenko - Responsável pela morte de mais de 308 nazistas, Lyudmila Pavlichenko foi a maior sniper da história. Com sua trajetória no exército ucraniano, seguindo seu sonho e suas vontades, recusou-se a ser uma enfermeira durante a segunda guerra mundial e atuou na linha de frente, tendo, como seu melhor amigo, um rifle de longa distância.

Malala - Com apenas 15 anos, foi baleada em sua cabeça pelos radicais do Talibã, enquanto lutava por garantir que mulheres paquistanesas tivessem o direito de estudar e se instruir. Foi a mulher mais jovem a ganhar um prêmio Nobel da paz.

Marie Curie - O Prêmio Nobel é um dos maiores prêmios do mundo e Marie Curie ganhou dois deles. Em diferentes áreas científicas: Física e Química, se tornando a primeira pessoa a ganhar 2 prêmios e em áreas diferentes. Responsável pela descoberta da radioatividade.

Suas contribuições para a ciência lhe deram o título de maior cientista do mundo. E com todo o mérito.

Marsha P. Johnson - Mulher trans, ativista e precursora da luta LGBT nos Estados Unidos.

A principal integrante na linha de frente da Revolta de Stonewall em 28 de junho de 1969. Ato que deu início ao dia do orgulho LGBTQIA+ que foi comemorado todos os anos seguintes a revolta até os dias atuais.

Maya Angelou - Primeira motorista negra de ônibus de São Francisco, primeira mulher negra a ser roteirista e diretora em Hollywood. Atriz, cantora e dançarina. Ativista pelos direitos civis, junto à Martin Luther King Jr. e Malcolm X. Jornalista e professora pela África, ajudando vários movimentos de independência africanos. Enfim, escritora, com um extenso histórico de livros autobiográficos, poesias e muitos outros, publicados.

Nzinga - Foi uma rainha africana que liderou seu povo contra os portugueses na época da escravidão. Articulou tratados, lidou de igual para igual contra a dominação de seu povo e conquistou enorme respeito e foi uma figura política importante durante seu reinado. No seu reinado, Angola se viu livre da escravidão por 40 anos.

Nina Simone - Nina Simone foi uma pianista, cantora, compositora e ativista pelos direitos civis norte-americanos. Se tornou uma das maiores vozes do Jazz e ainda é uma inspiração na música para todos nós.

Rosa Parks - Foi uma costureira e ativista norte-americana, conhecida mundialmente após negar ceder o seu lugar a uma pessoa branca em um ônibus, em dezembro de 1955, ocasionando sua prisão, em uma época de intensa segregação racial. Foi o estopim para o boicote aos ônibus de Montgomery, revolta liderada por Martin Luther King Jr., que deu início à luta antissegregacionista nos Estados Unidos.

Rosetta Tharpe - O ritmo de maior sucesso ao redor do mundo surgiu das mãos e do dedilhar de cordas de uma mulher negra!

Se você pensou que Elvis Presley, considerado o "Rei do Rock", foi precursor do ritmo, Sister Rosetta Tharpe já havia ditado as regras anos antes.

Teresa de Benguela - Foi uma rainha quilombola que liderou o Quilombo do Quariterêre. Alguns historiadores afirmam que o quilombo era extremamente organizado social e economicamente. Liderava seu povo com pulso firme e suas decisões eram respeitadas por todos. Teresa morreu tragicamente tendo a sua cabeça cortada e exposta em praça pública, mas a sua luta pela liberdade jamais será esquecida.

Tuira - Tuíra Kayapó é símbolo vivo da resistência indígena, líder do seu povo e guerreira, que não se mantém alheia nem passiva à transformações que podem apagar sua origem.

Seu episódio mais conhecido foi em 89 quando para impedir a construção da usina de Monte Belo no Xingú, foi até o palanque e colocou seu facão no pescoço do engenheiro chefe, desmentindo as suas afirmações sobre a usina ser benéfica. Contribuiu para que a construção fosse adiada por mais de 20 anos.

Viola Davis - A sua importância dentro do cinema e para a comunidade negra é enorme, sua arte atravessou diversas fronteiras e a principal delas é a da identificação. Viola Davis foi a mulher negra que mais obteve indicações ao Oscar, por atuações impecáveis. É imensurável a importância de termos essa referência em nossa vida e nossa luta.

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